Escalada Militar: O Cerco a Teerã e a Resposta Iraniana
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Novos Bombardeios: Israel lançou nesta madrugada uma onda massiva de ataques aéreos contra Teerã, focando em infraestruturas governamentais. Mídias estatais iranianas confirmaram que um complexo esportivo na capital e prédios históricos (como o Palácio de Golestan) sofreram danos.
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Controle Aéreo: O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que a Força Aérea do Irã foi praticamente neutralizada e que as forças americanas detêm o "controle absoluto" do cenário no momento.
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Vingança Prometida: O Irã, agora sob um conselho de transição após a morte do líder supremo Ali Khamenei no início da semana, prometeu retaliação direta contra o presidente Donald Trump e forças americanas após ataques a navios iranianos no Golfo Pérsico.
O Incidente no Catar e o "Fogo Amigo"
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Intercepção em Doha: Jatos do Catar abateram dois bombardeiros iranianos Su-24 que estavam a apenas dois minutos de atingir a maior base militar dos EUA na região. Foi a primeira missão de combate aéreo da história da força aérea catariana.
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Baixas Americanas: O Pentágono confirmou que seis militares americanos morreram em um ataque de drone iraniano que atingiu um centro de operações no Kuwait. Além disso, houve um incidente de "fogo amigo" onde defesas do Kuwait derrubaram por engano três caças F-15E dos EUA.
Crise de Refugiados e Impacto Humanitário
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Êxodo em Teerã: Estima-se que mais de 100 mil pessoas fugiram da capital iraniana nas últimas horas devido aos bombardeios constantes.
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Invasão no Líbano: Forças israelenses avançaram por terra no sul do Líbano contra posições do Hezbollah, forçando o deslocamento de cerca de 80 mil civis para o norte
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que está enviando quatro caças Typhoon adicionais para se juntarem ao esquadrão britânico no Catar.
Helicópteros Wildcat com capacidade antidrone chegarão ao Chipre amanhã, diz ele, e o navio de guerra HMS Dragon está sendo enviado para o Mediterrâneo.
O primeiro-ministro disse que o Reino Unido permitiu que os EUA utilizassem bases britânicas "para conduzir operações defensivas".
Ele afirma: "Manteremos essa proteção sobre os cidadãos britânicos na região e nossos aliados".
O governo britânico, diz ele, está trabalhando para "fortalecer" essa proteção diariamente e "retirar pessoas" da região do Golfo. Até o momento, afirma Starmer, mais de 140 mil pessoas na região registraram sua presença junto ao governo britânico.
Starmer está concedendo entrevista coletiva neste momento em Londres.
Reflexos no Brasil e na Economia
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Choque do Petróleo: O barril de Brent continua em alta, aproximando-se da casa dos US$ 85, com o Irã ameaçando fechar totalmente o Estreito de Ormuz (por onde passa 20% do petróleo mundial).
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Mercado Brasileiro: O dólar abriu o dia em alta e o Ibovespa opera em queda, refletindo a aversão ao risco. Economistas já alertam que a guerra pode pressionar a inflação no Brasil devido ao preço dos combustíveis e fertilizantes.
Tribuna do ABCD
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